Quem nunca contratou agência de marketing antes costuma cometer um erro previsível: avalia a apresentação comercial em vez do método. Apresentação comercial é teatro. Método é o que sustenta o resultado mês a mês quando a euforia inicial passa.
Este checklist foi construído a partir de doze anos auditando operações de marketing médico em São Paulo, tanto em consultórios solo quanto em grupos com várias unidades. As doze perguntas a seguir filtram, na minha experiência, mais de 80% das agências do mercado. As que passam costumam ser parceiros longos. As que reprovam costumam ser o motivo pelo qual o médico chega à reunião comigo perdendo dinheiro há seis meses.
Use o checklist antes da reunião, na reunião ou imediatamente depois. Anote as respostas. Se possível, peça por escrito. Voltarei aos critérios de pontuação no final do artigo, mas a régua é simples: cada pergunta vale um ponto, agência que tira menos de 10 é reprovada.
Categoria 1: Compliance CFM (perguntas 1 a 3)
São as perguntas mais importantes. Compliance é o piso inegociável de qualquer operação de marketing médico. Sem ele, o resto do trabalho fica suspenso por uma sindicância. A categoria 1 funciona como filtro eliminatório: resposta vaga em qualquer destas três derruba a candidatura imediatamente.
Pergunta 1: a agência tem processo escrito de compliance com a Resolução CFM 2.336/2023?
O que perguntar de verdade: me mostre o documento que define como cada peça é revisada antes de ir ao ar.
Resposta esperada: a agência abre um arquivo, planilha ou checklist preenchido. Mostra como cada item da resolução vira uma verificação prática na produção. Cita os pontos sensíveis sem hesitar: promessa de resultado, antes e depois, preço como atrativo, sensacionalismo, depoimento.
Sinal de alerta: resposta como "claro, respeitamos o CFM" ou "nosso jurídico cuida disso" sem documento concreto. Marketing médico não passa por jurídico, passa por processo de produção. Se o compliance é só verbal, no segundo mês de operação alguém vai esquecer.
Como auditar: peça para ver o checklist preenchido de uma peça já publicada. Agência preparada manda em minutos. Agência despreparada começa a explicar por que não consegue mandar.
Pergunta 2: como vocês tratam o RQE e a responsabilidade técnica das peças?
O que perguntar de verdade: quem assina como responsável por cada anúncio que vai ao ar?
Resposta esperada: a agência explica que toda peça identifica o médico responsável com nome, CRM e RQE quando aplicável, e que existe fluxo formal de aprovação antes da publicação. O médico (ou um responsável técnico da clínica) aprova por escrito, geralmente por e-mail ou em sistema com registro.
Sinal de alerta: a agência diz que "agiliza" a aprovação rodando peças primeiro e ajustando depois se houver problema. Esse "agilizar" é o que coloca médico em sindicância. O fluxo correto não pode ser sacrificado por urgência comercial.
Pergunta 3: vocês conseguem mostrar três peças já produzidas para outros médicos e explicar como cada uma respeita o CFM?
O que perguntar de verdade: teste prático do que foi dito nas duas primeiras perguntas.
Resposta esperada: a agência mostra anúncios reais (com permissão dos clientes) e aponta como cada elemento da peça respeita a Resolução CFM 2.336/2023. Explica por que o título é informativo e não promissor, por que a imagem mostra o consultório e não o procedimento, por que a chamada não usa superlativo.
Sinal de alerta: a agência mostra peças que já violam o CFM (antes e depois, preço destacado, "o melhor", "100% de aprovação", depoimento de paciente) sem perceber que está violando. Se ela não vê o erro nos próprios materiais, vai cometer o mesmo erro com você.
Para entender em profundidade o que a resolução permite e proíbe na prática, especialmente em mídia paga, vale a leitura do guia específico sobre Google Ads para médicos e o CFM em 2026.
Checklist de Compliance CFM 2.336/2023 para marketing médico
Documento PDF de 12 páginas com os 27 pontos da resolução aplicados ao marketing digital. Use para avaliar a agência que você está contratando ou para auditar a agência que você já tem. É o mesmo checklist que usamos internamente antes de publicar qualquer peça.
Envio imediato. Sem spam. Conforme LGPD.
Categoria 2: Método e operação (perguntas 4 a 6)
Compliance é o piso. Método é o teto. Aqui é onde se descobre se a agência conhece marketing médico em SP ou só conhece marketing genérico aplicado a médicos. As três perguntas a seguir filtram amadores.
Pergunta 4: qual o CAC e o LTV médio que vocês veem para a minha especialidade em SP hoje?
O que perguntar de verdade: a agência conhece o mercado de saúde com profundidade ou está vendendo o mesmo pacote que vende para advogado e arquiteto?
Resposta esperada: a agência responde com faixa numérica concreta. "Em dermatologia clínica em SP, o CAC saudável fica em torno de tal valor, com LTV de tantos meses de retorno. Em cirurgia plástica, o ticket muda completamente, então o CAC tolerável também muda." A resposta vem com lógica e cita exemplos.
Sinal de alerta: resposta genérica do tipo "depende de cada caso" ou "vamos descobrir juntos no primeiro mês". Vai descobrir junto com seu dinheiro. Agência séria já viu sua especialidade antes, tem benchmarks, e usa esses benchmarks para construir a meta inicial.
Se você ainda não tem clareza sobre CAC e LTV da sua operação, antes de assinar qualquer contrato, recomendo calcular usando o método descrito no guia como calcular LTV de um paciente e definir CAC saudável para sua clínica.
Pergunta 5: qual canal vocês iniciariam primeiro na minha operação e por quê?
O que perguntar de verdade: a agência tem estratégia de sequência ou vai ligar tudo ao mesmo tempo para parecer que está fazendo muito?
Resposta esperada: a agência justifica a ordem com base na sua situação atual. Para a maioria das clínicas em SP, a sequência saudável é: Google Meu Negócio, Google Ads, landing pages com compliance, depois Meta Ads para construção de marca, e por fim SEO orgânico. Em alguns casos a ordem muda, mas a justificativa sempre existe.
Sinal de alerta: a agência propõe ligar Google Ads, Meta Ads, Instagram orgânico, blog, YouTube e e-mail marketing no primeiro mês. Isso não é estratégia, é teatro de quantidade. Operação madura prioriza onde está o resultado de curto prazo e expande na sequência.
Pergunta 6: quem da equipe vai cuidar diretamente da minha conta e qual a senioridade dessa pessoa?
O que perguntar de verdade: meu dinheiro vai ser operado por sócio sênior, por gerente experiente ou por estagiário recém-contratado?
Resposta esperada: a agência apresenta nome e cargo da pessoa que vai operar a conta no dia a dia, e explica a senioridade e a experiência específica em saúde. Mostra que a pessoa tem acesso a alguém mais sênior para escalonamento, mas o operacional não é estagiário.
Sinal de alerta: resposta vaga sobre "nosso time" ou "rodízio de especialistas". Conta tocada por equipe difusa é conta tocada por ninguém. No segundo mês, a responsabilidade vira terra de ninguém, e o resultado some.
Categoria 3: Performance e métrica (perguntas 7 a 9)
Aqui medimos se a agência sabe gerar resultado e, principalmente, sabe medi-lo. Marketing médico sem métrica é torcida. As três perguntas a seguir filtram quem confunde atividade com resultado.
Pergunta 7: como vocês definem e medem agendamento qualificado?
O que perguntar de verdade: a agência entrega cliques, leads ou pacientes?
Resposta esperada: a agência define agendamento qualificado de forma específica, com critérios mensuráveis. Algo como: paciente que preencheu formulário, recebeu confirmação, marcou data e horário, e que está dentro do perfil clínico do médico (especialidade, faixa etária, plano ou particular conforme o caso). A medição passa por integração entre Google Ads, GA4 e sistema de gestão da clínica.
Sinal de alerta: a agência mistura lead com agendamento, ou conta como "agendamento" todo formulário recebido. Formulário é lead, não agendamento. A diferença entre os dois números pode ser de 60% ou mais, e essa confusão esconde a real performance da campanha.
Pergunta 8: vocês configuram conversão real no Google Ads e no GA4 ou trabalham com proxy?
O que perguntar de verdade: a otimização das campanhas vai ser feita com base no resultado real ou com base em métrica intermediária?
Resposta esperada: a agência explica que configura conversões de fato (envio de formulário, clique no WhatsApp, marcação confirmada) com tag e que essas conversões alimentam o aprendizado das campanhas. Para clínicas com sistema de gestão integrável, idealmente também conversão offline (quando o paciente vira agendamento confirmado e quando comparece).
Sinal de alerta: a agência otimiza por "engajamento", "tempo na página" ou "alcance". Esses são proxies fracos. Campanha otimizada por engajamento não otimiza por paciente. Você acaba com muita curtida e pouca consulta.
Pergunta 9: qual a periodicidade do relatório e quais métricas aparecem nele?
O que perguntar de verdade: a agência vai me mostrar o que importa ou o que enche o slide?
Resposta esperada: relatório mensal (no mínimo) com cinco métricas centrais: agendamentos qualificados, custo por agendamento (CPA), taxa de comparecimento, custo de aquisição de paciente (CAC) e ROAS ou retorno sobre investimento. Métricas auxiliares (impressões, cliques, CTR) aparecem em anexo, não no centro.
Sinal de alerta: relatório com 15 slides cheios de gráficos de impressão, alcance, frequência, mas sem o número que importa (quantos pacientes novos chegaram, a que custo). Agência que enfeita relatório é agência que não tem o que dizer sobre resultado.
Calculadora de CAC e LTV para clínicas médicas
Ferramenta web que calcula, em dois minutos, quanto vale na média cada paciente novo da sua clínica e quanto você pode pagar para captá-lo sem comprometer margem. Use antes da próxima reunião com agência. Você chega sabendo seu teto de CAC e fica imune a propostas sem realismo.
Acesso imediato. Sem cadastro extra. Conforme LGPD.
Categoria 4: Governança e contrato (perguntas 10 a 12)
As últimas três perguntas separam quem entende a relação como parceria de longo prazo de quem só quer prender cliente em contrato leonino. São as perguntas que mais economizam dor de cabeça no caso de troca de agência no futuro.
Pergunta 10: a titularidade dos ativos digitais fica em qual CNPJ ou pessoa física?
O que perguntar de verdade: se eu trocar de agência amanhã, eu perco minha conta de Google Ads, meu Google Meu Negócio, meu Google Analytics?
Resposta esperada: a titularidade da conta de Google Ads, GA4, Google Meu Negócio, Meta Business e domínio fica no CNPJ do médico ou da clínica. A agência opera com permissão delegada, não como dona. Isso é cláusula contratual, não promessa verbal.
Sinal de alerta: a agência cria tudo no próprio CNPJ "para facilitar". O que ela está facilitando é a sua dependência. Você não consegue trocar sem perder histórico, dados e configuração. Isso é prática antiga e prejudicial. Recuse.
Pergunta 11: qual o prazo de aviso prévio para encerrar o contrato e quais ativos voltam para mim?
O que perguntar de verdade: em quanto tempo eu saio se quiser sair?
Resposta esperada: aviso prévio entre 30 e 60 dias, com transição organizada. Ativos digitais ficam com você (já configurado na pergunta 10). Backups de campanhas, relatórios históricos e dados de conversão são entregues em formato utilizável. Sem multa abusiva por rescisão antes do prazo.
Sinal de alerta: aviso prévio de 90 dias ou mais, multa que equivale a três ou quatro mensalidades, retenção de ativos digitais durante o aviso. Isso não é parceria, é cativeiro. Médico que assina contrato assim paga para sair quando descobre que escolheu errado.
Pergunta 12: vocês tomam decisões sobre minha campanha sem me consultar ou tudo é submetido a aprovação?
O que perguntar de verdade: qual é a governança real das decisões publicitárias do meu consultório?
Resposta esperada: decisões operacionais (ajuste de lance, mudança de palavra-chave, otimização de horário) são tomadas pela agência dentro do escopo combinado, com transparência. Decisões estruturais (mudança de canal, ampliação significativa de orçamento, criação de nova campanha) passam por aprovação. Toda peça publicitária nova passa por aprovação obrigatória do médico responsável.
Sinal de alerta: agência que diz "deixa com a gente, a gente cuida de tudo" sem governança definida. Marketing médico sem governança vira problema do médico, não da agência, quando estoura. A responsabilidade ética é sempre do profissional.
Sistema de pontuação: 12 perguntas, 12 pontos
Cada pergunta vale 1 ponto. A pontuação final orienta a decisão:
- 12 pontos: agência rara. Contrate com confiança. Negocie só preço.
- 10 a 11 pontos: agência sólida. Avalie se os pontos faltantes são corrigíveis em conversa.
- 7 a 9 pontos: agência mediana. Pode funcionar para clínica pequena com governança forte do médico. Risco médio.
- 4 a 6 pontos: agência despreparada. Evite. Custo de aprendizado será seu.
- 3 ou menos: agência amadora. Pode causar sindicância. Recuse.
Sinais de alerta adicionais (fora do checklist)
Algumas pistas extras, observadas ao longo do processo de seleção, costumam confirmar ou refutar o que as 12 perguntas mostraram:
Pressão por contrato rápido. Agência que cria urgência ("essa proposta vale só até sexta") quer fechar antes de você comparar. Marketing médico é decisão de pelo menos um ano de relação. Quem pressiona desconfia da própria proposta.
Caso de sucesso sem dado. Apresentação comercial cheia de "geramos 300 pacientes para o cliente X" sem prazo, investimento, CAC ou LTV. Número sem contexto é número sem significado.
Ausência de carteira em saúde. Agência sem nenhum cliente médico ativo é agência aprendendo na sua conta. Você está pagando para servir de cobaia.
Comunicação que falha já na proposta. Atraso para enviar proposta, erro de português, pessoa diferente respondendo a cada e-mail. Se já é assim antes de fechar, vai piorar depois.
Promessa de número específico de pacientes. "Garantimos X pacientes por mês" não é compromisso sério em saúde. Volume depende de demanda, sazonalidade e qualidade da operação clínica. Quem garante volume está mentindo ou planeja entregar lead desqualificado para bater meta.
Se você está contratando agência pela primeira vez, vale ler também os 7 sinais de que sua agência de marketing médico está queimando pacientes, especialmente útil para auditar a agência atual antes de assinar a renovação.
Antes da reunião: prepare estes 4 dados
Para que o checklist funcione bem, você precisa chegar à reunião com a agência sabendo quatro coisas sobre a sua própria operação. Sem isso, qualquer agência consegue parecer competente:
1. Sua especialidade e subespecialidade. Marketing médico calibra estratégia por área. Dermatologia clínica é diferente de dermatologia estética. Ortopedia geral é diferente de ortopedia esportiva. Quanto mais específico, melhor a conversa.
2. Localização e raio de atuação. SP capital tem comportamento diferente de cidade metropolitana. Bairro premium tem comportamento diferente de bairro popular. Defina onde está e onde quer captar.
3. Sua média de receita por paciente. Não é o valor da consulta. É o valor médio que um paciente gera ao longo do tempo (consultas, retornos, procedimentos). Se você não sabe, calcule antes (a calculadora oferecida acima resolve em 2 minutos).
4. Sua capacidade clínica disponível. Quantos pacientes novos você consegue receber por semana sem comprometer qualidade do atendimento. Marketing que enche agenda sem capacidade clínica é receita certa para queda de qualidade e reclamação.
Com esses quatro dados em mãos, as 12 perguntas ganham contexto e a resposta da agência ganha precisão. Sem eles, a conversa fica abstrata e a comparação entre agências, impossível.
O que fazer depois da escolha
Selecionada a agência aprovada no checklist, a regra dos primeiros 90 dias é uma só: governança ativa do médico. Não é micromanagement, é presença. Reunião quinzenal nos dois primeiros meses, mensal a partir do terceiro. Aprovação formal de toda peça nova. Acesso direto a Google Ads, GA4 e Google Meu Negócio. Relatório completo entregue até o quinto dia útil do mês seguinte.
Médico que cumpre essa governança nos primeiros 90 dias raramente precisa trocar de agência depois. Médico que delega tudo e só olha o boleto chega ao sexto mês descobrindo que pagou caro por pouco.
Perguntas frequentes sobre escolher agência de marketing médico em SP
Como escolher uma agência de marketing médico em São Paulo?
Use as 12 perguntas deste artigo, divididas em compliance CFM, método e operação, performance e métrica, governança e contrato. Agência aprovada em pelo menos 10 das 12 é escolha segura. Reprovação em qualquer pergunta de compliance é veto automático.
Qual a pergunta mais importante para fazer a uma agência de marketing médico?
Se a agência tem processo escrito e auditável de compliance com a Resolução CFM 2.336/2023. Sem isso, o resto do trabalho fica exposto a sindicância. Agência preparada apresenta o processo na hora.
Posso confiar em agência que promete pacientes em 30 dias?
Primeiros agendamentos em 30 dias é realista com Google Ads bem estruturado. O problema é prometer volume previsível e CAC controlado em 30 dias. Isso amadurece entre 90 e 180 dias.
Como verificar se uma agência entende mesmo do CFM?
Peça três peças já produzidas para outros médicos e exija explicação de como cada uma respeita a resolução. Quem entende responde com exemplos concretos. Quem não entende generaliza.
Devo contratar agência grande ou pequena?
Tamanho não é critério. Profundidade em saúde, método específico e senioridade da pessoa que vai operar a conta são. Agência grande pode delegar ao estagiário; pequena pode atender com sócio sênior.
Quem assina como responsável técnico pelas peças?
O médico, sempre. Toda peça publicitária médica deve identificar o responsável com nome, CRM e RQE quando aplicável. A agência produz, o médico aprova e assina. Sem fluxo de aprovação formal, o risco é todo seu.
Qual o prazo justo de aviso prévio em contrato com agência?
Entre 30 e 60 dias é o padrão razoável. Prazos de 90 dias ou mais combinados a multa alta são indício de contrato projetado para prender cliente. Recuse.
Devo ter calculado meu CAC e LTV antes de contratar?
Sim. Sem esses números, qualquer proposta da agência soa plausível. Com eles, você reconhece imediatamente quando a proposta não fecha matematicamente. A calculadora de CAC e LTV para clínicas resolve em dois minutos.
Conclusão
Escolher agência de marketing médico em São Paulo é decisão que se toma uma vez por ano, no melhor cenário. No pior, várias vezes, porque a primeira escolha falhou. As 12 perguntas deste checklist existem para que a primeira escolha seja também a única necessária por bastante tempo.
Em resumo: priorize compliance acima de tudo, exija método específico para saúde, cobre métrica real (não vaidade), e fique com a titularidade dos seus ativos digitais. Esses quatro princípios respondem 90% das decisões. Os outros 10% vêm da relação humana, e essa só se descobre nos primeiros 90 dias de operação.
Para entender a estrutura completa de uma operação de marketing médico em SP (modelos de cobrança, prazos realistas, métricas e diferenciais), o guia pilar sobre agência de marketing médico em São Paulo aprofunda cada um destes pontos.
Cristian C.
Ex-Google Senior · Top Performance Ads Global · 12 anos de mercado